quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cada vez menos


O que é amar? É deixar que o outro vá... “Se voltar é porque é seu, se não, é porque nunca lhe pertenceu”? Clichê demais. E se nunca foi seu de verdade? E quem disse que para amar alguém essa pessoa tem que lhe pertencer? Se eu, que sinto, não sei se é amor, quem saberá me dizer? E como não ser amor, assim?

Dúvidas. E todas acabam quando olho para frente e não vejo a luz em questão. Está cada vez mais apagada... Cada vez mais me direcionando a outro caminho. Por medo, acho.

Talvez eu ame. Ame por abrir mão. Porque mesmo querendo, mesmo revivendo migalhas de algo que jamais me arrependerei - porque foi verdadeiro -, eu sei que não haveria felicidade com escolhas, agora, tão opostas.

Horizontes diferentes...

Uma ave que migra em busca do novo... Movimento, intensidade. Mudança constante.
Um gato que conquistou seu espaço, tem seu ninho seguro. Mutações são terrenos vacilantes demais para quem se acomodou. Não saber se o que sente é felicidade ou segurança. Triste.

Impossível.

Diferente da frase de G. em outra questão... Não dará certo, nada se encaixa - agora? Só se afasta. E é assim que tem que ser? O tempo passou?

Dúvidas, claro. Ou...

Talvez não seja nessa vida!

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