segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ao som do piano... Da tranquilidade!



Aqui, deitada na cama dos meus pais escutando a trilha de Orgulho e Preconceito... Vejo beleza em tudo na minha casa. A cortina verde e branca da janela que balança com o vento que o ventilador sopra. A luz suave que invade o quarto, luz do dia que começou nublado, mas o sol já tomou conta. Gosto de dias nublados. Hoje gosto mais das coisas simples que antes eu não enxergava. Gosto desse tempo sozinha. E quantos olhariam pra mim, escutando um som singular pra os de hoje, sem me perguntar: O que você tem, Eva? Eu diria: Agora sim, não tenho nada de errado. Estou feliz, calma e em paz. Tudo está onde deve estar.

Amo estar aqui, na minha casa, cada cantinho dela. O silêncio do interior.

Hoje percebo; bem vindos e queridos os convidados que chegam à minha casa. Esses provam, assim, ser merecedores das minhas várias caminhadas até eles.

Adoro piano. É o som mais doce dos instrumentos... Quando toca a paz que sinto agora. Também pode ser agressivo, por isso gosto tanto. Será que um dia ainda aprendo a tocar? Gostaria.

Piano... O som tem forma de aspirais em pétalas soltas pelo ar... Carter Burwell tem som de um casal dançando em meio a uma floresta no inverno e só eles ouvem a música. Som de amor absoluto.

Yiruma é perfeito.

Sabe uma música que deixa você sem fôlego e que te faz flutuar nos mais lindos pensamentos, sonhos e devaneios, até? Essa é a música que embalará a celebração do meu verdadeiro amor.

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